Pular para o conteúdo principal
O primeiro blog que tive, eu devia ter uns 12 ou 13 anos de idade quando criei. Era tudo novidade!
Usava agenda eletrônica e depois ganhei um tamagochi. Passa rápido!
Sempre gostei de escrever mas com esses dias corridos do calendário, ficou cada vez mais difícil a disponibilidade. Era engraçado pois só escrevia baboseiras e assuntos de agenda da Drops de Anis e Bicho Comeu.


Lógico que nunca pude sair desse universo cibernético mas eram palavras expressas jogadas ao MIrc, Icq e outros que nem lembro mais.
O blog já tomava muito o meu tempo, não possuía resposta rápida justo na minha adolescência (?!). Voltei a escrever pois passei a observar as coisas com outros olhos mas jamais me recusarei a reler coisas antigas. Fatos passados. Leio sempre com muito carinho e saudosos sentimentos.

Embora saiba que poucas pessoas irão ler essas palavras, fica aqui o meu desbafo.. não diário. É impossível conseguir levar mais um meio de comunicação como responsabilidade pois a Globo ainda não paga meu salário mas... farei o possível para que seja esse o meu testamento caso o meu tempo se expire. Ficarão aqui os vestígios de quem soube aproveitar seus dias com muito tesão por mais dias.. e dias.

Espero que sinta-se à vontade.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bela Flor

"De quantas cores é preciso pra uma flor ser tão bonita!? Todo dia ela se pinta na esperança de alguém ver De quantas cores é preciso pra uma flor ser tão bonita!? Todo dia ela se pinta na esperança de alguém ver Outro dia um passarinho bem de longe lhe avistou Foi voando bem baixinho e ao chegar se apaixonou Mas como pode um passarinho por uma flor se apaixonar Por mais bela que ela seja, o seu destino é voar Ahhhh, ah aaaahhh lalarêrêrêeee Pobre flor, que hoje sozinha vive triste a chorar Já sem cor, não mais se pinta Tá esperando ele voltar Passarinho mesmo longe quando começa a cantar Enche a flor de esperança que ele logo vai chegar Ahhhh, ah aaaahhh lalarêrêrêeee" [ Mariana Mello - Bela Flor ]

Oh!

Só. Eu só. Só sinto. E sinto-me só. Um nó. Só é. Se é. E é só.

Frios e Fios

"Arrepios ansiosos por calor não te dominariam Se ao menos uma vez, tu sentisse o descaso dos panos quando cobrem o teu apego E não fazem questão de ti Nem menos fazem parte Não sei o que afeta tanto o pudor Esses trejeitos de quem deve se retocar, ajustar Mas porque há tanto desejo é que se deve desenhar Marcas de tintas, formas e bichos tatuar Assim, desnuda-te Ultrapassa a timidez do secreto "eu" teu O leve vento dos panos que caem, pode abusar da pele de quem não se pode tocar Mas mesmo assim espera e revela-te ao notar" [Giselle Lobato - 02.03.2010]